terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Portfólio - Cabo Verde em imagens. A natureza II

Ilha do Maio


A ilha do Maio pertence ao grupo das ilhas orientais. Como as restantes ilhas,  Maio, de superfície de 269 Km2, apresenta grande potencialidade turística. O território raso, de extenso areal também é reflexo do fenómeno do Sahara. Pode-se dizer que é uma ilha virgem em termos de investimento turístico, uma vez que até a data não se vislumbra grandes impreendimentos desse sector.
Maio - Ponta Preta

Praias de areia branca de água cristalina é a mais-valia das ilhas orientais. Mansas praias de azul anil num tom simbiose com as cores, branca de areia, e castanha das rochas sedimentares. É o silêncio e o paz de espírituo que povoa esse patrimonio natural vincado no horizonte azul.

Os detalhes das dunas e Herbáceas numa simbiose profunda. Esta imagem remete para a época das chuvas com os mantos da água à conviver com as ervas, acácias e as dunas de areia. Maio não é só dunas e praias de água cristalina, é também a vida e a alegria da sua gente humilde e acolhedora.


 Como em todo país, na época da chuva os mantos verdes povoam as planuras e as montanhas. As vertentes pintadas de verdes celebram os momentos de bonança da chuva; as cores negras das rochas basálticas ainda reinam num país pela sua géneses vulcânica.

Santiago


A ilha de Santiago é a maior de cabo Verde. A sua superfície é de 75 Km de comprimento e 35 de largura, dista a 25 Km da ilha do Maio e 50 Km da ilha do Fogo. É uma ilha, dada a sua especificidade, que apresenta todas as características para o desenvolvimento do turismo de montanha e de praia. Pico d’Antónia é o monte mais alto de Santiago. Existem belas praias, Parque natural da Serra Malagueta e outros pontos de interesse turístico. Como vamos ver no percurso deste blog que Santiago ombreado com as outras ilhas é o caldeirão cultural e patrimonial de Cabo Verde.
Parque Natural da Serra Malagueta

Na época da chuva, Santiago pinta de verde tanto nas planuras e nas vertentes. Num ambiente de montes e serras, a bonança da época da chuva transporta para os vales e achadas momentos de magia e de esperança. Espécies endémicas ganham pujança, vigorando e reproduzindo, outras espécies sustentam a vida e a esperança.
Quando não chove é o tom marrom que impera. O sol cospe a sua ira nos cutelos e achadas num ardor terrível que queima os calhaus e a pele tenra das badias. Os trilhos são desenhados nas rochas e planuras povoados no chão ardente. As poeiras levantam e fazem remoinhos com a presença do vento de leste.
É Santiago! Terra nostra de mil cores e de mil almas.

Fogo


A ilha do Fogo ocupa 9ª posição no arquipélago de Cabo Verde. Toda a morfologia da ilha desenvolve no enclave de um imponente vulcão, o vulcão de Fogo. Num declive que começa desde de cratera até ao mar, as vidas, das pessoas, dos animais e das plantas redundam no vulcão; o vulcão apresenta uma cratera com 9 Km de largura e 1 Km de borda, uma fenda na parte oriental e um grande cone se eleva do seu interior central.

Fogo- Vulcão vista de cima


Fogo - Chã das Caldeira; povoações.

Brava


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